IVAN “MAMÃO” CONTI – POISON FRUIT
R$395,00
| A1 - AROEIRA | 1:00 | |
| A2 - BACURAU | 1:00 | |
| A3 - POISON FRUIT | 1:00 | |
| A4 - JEMBURI | 1:00 | |
| B1 - ENCONTRO | 1:00 | |
| B2 - QUE LEGAL | 1:00 | |
| B3 - ECOS DA MATA | 1:00 | |
| B4 - TEMPESTADES | 1:00 | |
| B5 - ILHA DA LUZ | 1:00 |
Poison Fruit também experimenta sonoridades mais comumente associadas ao house e ao techno, com a ajuda do produtor londrino Daniel Maunick (também conhecido como Dokta Venom) e do filho de Mamão, Thiago Maranhão.
Em estoque
De um artista na casa dos setenta, você provavelmente não esperaria ouvir um álbum como este. Mas a lenda da bateria brasileira Ivan “Mamão” Conti vem experimentando e inovando há meio século. Como um terço do trio cult de jazz-funk carioca Azymuth, Mamão esteve na raiz da filosofia do “samba doido” do grupo, que distorcia a bússola tradicional do samba com influências do jazz e da eletrônica da era espacial. Mesmo com seu grupo menos conhecido de jovens guardas, The Youngsters, Mamão já experimentava fitas e delays para criar sons únicos e à frente de seu tempo, lá nos anos sessenta. Mais recentemente, Mamão gravou um álbum com a realeza do hip-hop Madlib sob o pseudônimo compartilhado de “Jackson Conti”.
Com seu primeiro álbum em mais de vinte anos, o primeiro a ser lançado em vinil desde o clássico “The Human Factor”, de 1984, Mamão compartilha seu caráter carioca excêntrico em onze faixas de samba eletrônico roots e jazz, beats e dance music alucinantes. Com Alex Malheiros e Kiko Continentino em diversas faixas, a essência do Azymuth é profunda, mas, aventurando-se na discoteca moderna (como Mamão a chamaria), Poison Fruit também experimenta sonoridades mais comumente associadas ao house e ao techno, com a ajuda do produtor londrino Daniel Maunick (também conhecido como Dokta Venom) e do filho de Mamão, Thiago Maranhão.
Dê uma mordida no mamão psicoativo do Mamão e junte-se ao maestro em um passeio estranho e maravilhoso pela selva brasileira.

Avaliações
Não há avaliações ainda.