HUGO FATTORUSO E BARRIO OPA
R$250,00
| A1 - LA DEL CHECHE | 1:00 | |
| A2 - ANTES GOLDENWINGS | 1:00 | |
| A3 - CANDOMBE BEAT FUNK | 1:00 | |
| A4 - TRENES DE TOKYO | 1:00 | |
| B1 - LLAMADA INSÓLITA | 1:00 | |
| B2 - CANDOMBE ALTO | 1:00 | |
| B3 - EL ROMANCE DEL SORDO | 1:00 | |
| B4 - BOTIJAS | 1:00 |
Após vinte anos de busca pelo homem por trás do cultuado grupo de jazz-funk dos anos 70, Opa, a Far Out tem a honra de apresentar Hugo Fattoruso Y Barrio Opa: um novo trabalho de Fattoruso e sua equipe de músicos de classe mundial, incluindo a sensacional percussão de candombe dos renomados irmãos Silva.
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Após vinte anos de busca pelo homem por trás do cultuado grupo de jazz-funk dos anos 70, Opa, a Far Out tem a honra de apresentar Hugo Fattoruso Y Barrio Opa: um novo trabalho de Fattoruso e sua equipe de músicos de classe mundial, incluindo a sensacional percussão de candombe dos renomados irmãos Silva. Gravado no Sondor Studios, em Montevidéu, o álbum é o desenvolvimento natural do som original do Opa, fundindo ritmos afro-uruguaios, harmonia jazzística e a atitude do funk pesado, sob a visão musical única de Hugo.
Nascido em Montevidéu, capital do Uruguai, em 1943, o compositor, arranjador e multi-instrumentista Hugo Fattoruso exerceu profunda influência em todos os aspectos da cultura musical latino-americana. Desde seus primórdios, tocando na banda de sua família em festivais de rua por todo o Uruguai, até liderar o Los Shakers: a versão sul-americana dos Beatles e um dos grupos de rock and roll de maior sucesso do continente. No final dos anos 60, Fattoruso buscava ampliar seus horizontes musicais e, em 1969, mudou-se para Nova York, onde formou a Opa e passou a conviver com nomes como Ron Carter e Creed Taylor.
Fundindo o candombe (ritmo tradicional do Uruguai) com rock, jazz, funk e outros ritmos latino-americanos, Opa criou uma voz afro-uruguaia distinta dentro do vernáculo do jazz global, influenciando uma geração de músicos ao longo dos anos 70 e além. Durante os anos 80, Fattoruso mudou-se para o Brasil, onde continuou a trabalhar e gravar com artistas brasileiros, incluindo Milton Nascimento, com quem compôs o álbum “Nascimento”, vencedor do Grammy de World Music, em 1997. Fattoruso também colaborou extensivamente com Airto Moreira, arranjando e tocando em uma infinidade de discos de sucesso, incluindo “Fingers” e “I’m Fine, How Are You”. Mais recentemente, a música de Fattoruso foi sampleada por nomes como Flying Lotus e Madlib.
Com uma carreira tão prolífica, a relativa obscuridade de Fattoruso parece estranha. O Uruguai é ofuscado por Brasil e Argentina, e embora a geografia possa ter algo a ver com isso, a própria elusividade de Hugo também pode explicar por que alguém tão influente tem sido, até então, tão subestimado. Uma figura profundamente humilde, que nunca se fixa por muito tempo em um lugar, Hugo dedicou sua vida à música e a pouco mais. A Far Out levou vinte anos para encontrar o homem por trás de Golden Wings e Magic Time, e foi somente quando o chefe da gravadora, Joe Davis, conheceu um produtor uruguaio (depois de muitas cervejas artesanais) em uma conferência mundial de música em Budapeste, que ele finalmente fez contato com um de seus ídolos musicais.
Após alguns encontros pela internet e longas conversas apaixonadas sobre a vida de Hugo, sua música e seus amigos músicos em comum no Brasil, Hugo começou a compor o novo álbum, e Joe reservou uma passagem no voo seguinte para Montevidéu. Gravado no moderno Sondor Studios, no icônico bairro Barrio Sur de Montevidéu, o álbum conta com a participação de alguns dos músicos de renome mundial na vanguarda da cena jazzística uruguaia atual, incluindo o filho de Hugo, Francisco Fattoruso, no baixo, Tato Bolognini, na bateria, Albana Barrocas, na percussão, e Nicolás Ibarburu, na guitarra. O álbum também conta com a percussão candombe dos lendários irmãos Silva, Mathías, Guillermo Diaz e Wellington, que conferem ao álbum sua identidade afro-uruguaia, transportando o ouvinte para o Barrio Sur, o lar espiritual da herança candombe de Montevidéu.
A Far Out Recordings se sente honrada por ter tido a oportunidade de viajar ao Uruguai e trabalhar com um verdadeiro herói da música latino-americana. Hugo, seus músicos e todos no Sondor Studios nos receberam de braços abertos. Ficamos impressionados não apenas com o brilhantismo musical que encontramos em Montevidéu, mas também com o calor humano e a humildade de todos que encontramos ao longo do caminho.

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